Escritórios jurídicos operam com múltiplos sistemas, prazos sensíveis e dados confidenciais. Nesse contexto, credenciais precisam ser tratadas como ativo de segurança e governança.
O problema operacional
Sem ferramenta dedicada, o compartilhamento de acessos tende a migrar para canais que não foram projetados para proteção de segredo, como e-mail e mensageria.
O resultado costuma ser previsível: reuso de senha, baixa rastreabilidade e dificuldade de revogação quando alguém muda de função ou sai da equipe.
O que um gestor de senhas resolve
Um gestor de senhas bem implementado centraliza credenciais com criptografia, controle de acesso por papel e trilha de auditoria.
Em equipe, os ganhos principais são:
- Compartilhamento controlado: acesso concedido sem exposição desnecessária de segredo.
- Revogação rápida: remoção de acesso sem operação manual em múltiplos sistemas.
- Padrão operacional: processo consistente para onboarding e offboarding.
Relação com compliance
A LGPD exige medidas técnicas e administrativas proporcionais ao risco. Gestão estruturada de credenciais contribui diretamente para demonstrar diligência.
Além do aspecto regulatório, isso reduz exposição operacional e preserva continuidade de serviço.
Critérios para adoção
Ao avaliar uma solução, priorize arquitetura de segurança, governança por equipe, facilidade de operação e processo de revogação.
Em times jurídicos, gestão de credenciais não deve ser tratada como detalhe de TI. É um componente estrutural de risco e continuidade.
