Em equipes, credenciais compartilhadas são inevitáveis. O risco está no método adotado para distribuir, atualizar e revogar esses acessos.
Práticas que aumentam risco
Envio de senha por mensageria, planilhas compartilhadas e armazenamento disperso criam baixa rastreabilidade e dificuldade de controle.
Em cenários de desligamento ou troca de função, esse modelo tende a gerar atraso de revogação e exposição residual.
Controles mínimos recomendados
Um fluxo seguro de compartilhamento deve incluir:
- Privilégio mínimo: cada pessoa acessa apenas o necessário para sua função.
- Revogação rápida: remoção de acesso no momento da mudança de contexto.
- Auditoria: visibilidade de quem acessou, quando e em qual escopo.
- Criptografia: segredo protegido em repouso e durante compartilhamento.
Modelo aplicado no LexPass
No LexPass, cada cofre de equipe possui chave própria. O compartilhamento ocorre por criptografia de chave para membros autorizados, com base no papel de acesso.
Quando um membro é removido, seu acesso ao cofre é encerrado de forma imediata dentro da plataforma.
Padronização operacional
Ferramenta sozinha não resolve governança. É importante manter padrão de nomenclatura, revisão mensal de permissões e procedimento formal de offboarding.
Com processo definido, o compartilhamento deixa de ser improvisado e passa a ser uma rotina controlada.
